Seguidores

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

A Reforma Sanitária e o projeto ético-político do Serviço Social: elementos para o debate

O resumo abaixo, referente a Reforma Sanitária e o marco histórico evolutivo da profissão junto a sua dimensão ética-política no patamar do direito a saúde.
 
 
_______.&MATOS, M. Castro. A Reforma Sanitária e o projeto ético-político do Serviço Social: elementos para o debate. In: BRAVO, M.I.S. et al.(Orgs.). Saúde e Serviço Social. São Paulo: Cortez, Rio de Janeiro: UFRJ,2004, p.25-45.
 
O texto relata a trajetória da Saúde e a sua correlação com o Serviço Social durante cada momento político econômico e social da sociedade brasileira. Que se inicia na década e segue até a atualidade.
 
No primeiro momento os autores relatam o início da política de saúde no Brasil que foi na década de 30 e consolidada de 1945 à 1964 e o surgimento do Serviço Social no Brasil e a sua relação com a saúde e aspectos ideológicos da conjuntura.
 
No período compreendido de 1930 à 1979 tivemos como características essenciais da política de saúde e o serviço social:
 
Política de saúde embasada no setor privado de caráter médica curativa, cheia de burocratização, neste período foi criado o complexo médico-industrial e composto de um atendimento diferenciado à clientela.30 à 45: Surgimento do Serviço Social no Brasil , de influência européia, a saúde já tinha disciplinas incluídas e a área de saúde ainda não era o lócus da maioria dos profissionais.
Tendo como intervenção as campanhas sanitárias, combate endemias e criação dos IAPs, até os anos 60.Devido a expansão capitalista que acarretou necessidades e pós guerra, o Serviço Social recebe a partir de 45 influência norte americana. A área de saúde absorveu muitos profissionais em decorrência do novo conceito de saúde de 48 da OMS onde amplia a abrangência deste e enfoca os aspectos biopsicossocias dos indivíduos, além de ênfases no trabalho em equipe multidisciplinar. “O assistente social enfatizou a prática educativa com intervenção normativa no modo de vida da “clientela” com relação aos hábitos de higiene e saúde, e atuou nos programas prioritários estabelecidos pelas normatizações da política de saúde” (p.29).
Consolidação da Política Nacional de Saúde, esta por sua vez tida como excludente e seletiva por não ser universal.Os assistentes sociais trabalhavam nos hospitais como mediadores entre instituição e população, com a finalidade de viabilizar o acesso aos serviços e benefícios à população usuária. E para tal dispunhas de metodologia como plantão social, triagem, encaminhamento, concessão de benefícios e orientação previdenciária. Ações no âmbito curativo hospitalar e de participação individual. Na dec. de 60 começa a surgir que4stionamentos de alguns assistentes sociais quanto ao conservadorismo da profissão. “ Esse processo de crítica foi abortado pelo golpe militar de 64, com a neutralização dos protagonistas sócio-políticos comprometidos com a democratização da sociedade e do Estado.” (p.31).
Após 64 – “O Estado vai intervir na questão social por meio do binômio repressão-assistência, burocratizando e modernizando a máquina estatal com a finalidade de aumentar o poder de regulação sobre a sociedade, de reduzir as tensões sociais e de conseguir legitimiade para o regime.” (p. 27).Difusão pelo CBCISS da “ perspectiva modernizadora”. O Serviço Social foi adequado às exigências da ditadura com o propósito de ser “integrador no processo de desenvolvimento”, “sedimentando sua ação na prática curativa”, “psicologização das relações sociais”, além da burocracia e na concessão de benefícios.
  • 1974- “ Política de saúde, neste período, enfrentou permanente tensão entre os interesses dos setores estatal e empresarial e a emergência do movimento sanitário”. (p.27).
  • 1974-1979: A categoria se organiza em busca de um novo paradigma à luz da teoria marxista que deste 65 vem debatendo a respeito do Movimento de Reconceituação, todavia ainda orientado pela visão “modernizadora”. Há uma presente abordagem da planificação da saúde, participação em comunidades e o debate do Movimento Sanitário.
 
Na redemocratização política (dec. 80) a sociedade brasileira passa por um reboliço de mobilização política e em específico o movimento na saúde coletiva, além de debates em torno da vertente marxista sobre as políticas sociais e o Estado. Considerado como marco histórico da política de saúde brasileira, a 8º Conferência Nacional de Saúde (1986), onde foram discutidos os aspectos de suma importância de um modelo de saúde, ou seja, uma Reforma Sanitária. Em 1988 é estabelecida a Constituição Cidadã que determina de mais importante é que a Saúde: É um direito de todos e dever do Estado. “E estatuem a integração dos serviços de saúde de forma regionalizada e hierárquica, constituindo um sistema único” (p.33). Além disso, a Saúde é tida com um dos tripés da Seguridade Social que é composta também pela Assistência Social e Previdência Social. O Serviço Social neste cenário de reformulação de saúde, também passa por revisão, do tradicional à renovação. Os autores alegam que neste período, principalmente dentro das Universidades, para o Serviço Social “significa o início da maturidade da tendência atualmente hegemônica na academia e nas entidades representativas da categoria-intenção de ruptura- e, com isso, a interlocução real com a tradição marxista.” (p.34) E apesar dessa vertente de ruptura , há uma lacuna no fazer profissional que repercute até hoje.
 
Chega-se a década de 90 e o que se tem é o modelo político-econômico do neoliberalismo e suas vertentes ideológicas que ferem aos princípios do Movimento de Reforma Sanitária, pois nesta conjuntura o Estado é posto como um garantidor de mínimos “aos que não podem pagar, ficando para o setor privado o atendimento aos cidadãos consumidores”. (p.35-36), ou seja, uma desresponsabilização do Estado aos direitos sociais. E nessa dicotomia entre os projetos de Reforma Sanitária e o Neoliberal, as demandas do Serviço Social também se tornam antagônicas, pois o privatista requisita o assistente social para reforçar a ideologia e manutenção de um assistencialismo, focalização das políticas, aconselhamentos, abordagem individual, etc. Já as demandas do projeto de Reforma Sanitária visa “ democratização de acesso ás unidades e aos serviços de saúde coma realidade, interdisciplinaridade, ênfase nas abordagens grupais, acesso democrático às informações e estímulo à participação cidadã.” (p.36).
 
No final do anos 90 o Serviço Social produziu conhecimentos teóricos a partir da reflexão deste na área de saúde. Foram considerados na academia a Reforma Sanitária e o projeto ético-político e controle social na saúde. Nos conselhos: há poucos trabalhos dos assistentes sociais e participação, mas o CFESS “ na arena da saúde, tal qual nas outras áreas das políticas sociais públicas, possui reconhecimento como entidade que tem como estratégia o fortalecimento da política pública, na perspectiva da democratização do Estado e da sociedade brasileira” (p.38). E através dos trabalhos desenvolvidos nos serviços, Vasconcelos(1999) “concluiu que há uma diferença muito grande entre a intenção e o discurso dos Assistentes Sociais e o trabalho desenvolvido.” (p.39), ou seja, vestem a camisa da instituição por cima dos princípios ético-político da categoria. E fica o desafio “de se consolidar a ruptura com o serviço Social tradicional, para tanto se faz necessário fortalecer o projeto de ““intenção de ruptura””, responsável pela construção do atual projeto ético-político profissional e, em especial, avança-lo para os serviços, para o cotidiano de trabalho do assistente social.” (p.40).
 
Os desafios não param, o governo Lula em seu programa de governo aponta a saúde como um direito de grande importância com ênfase nos princípios da Reforma Sanitária, todavia a estrutura econômica hegemônica (projeto privatista) acaba colidindo com este. “O atual governo ora fortalece o primeiro projeto, ora mantém a focalização e o desfinanciamento, característica do segundo projeto” (p.42).
Os autores consideram dentro do Serviço Social em frente a este contexto. (2004,p.42),
Na saúde, onde esse embate claramente se expressa, a crítica ao projeto hegemônico de profissão passa pela reatualização do discurso da cisão entre o estudo teórico e a intervenção, pela descrença na possibilidade da existência de políticas públicas e, sobretudo, na suposta necessidade da contrição de um saber específico na área de saúde, que caminha tanto para a negação da formação original em Serviço Social como deslancha para um trato exclusivo de estudos na perspectiva da divisão clássica da prática médica.
 
O autores também pontuam que é um problema os assistentes sociais em seus estudos na área de saúde perderem o foco de suas atividades e acabarem exercendo outras atividades que não são identificadas com a profissão. O exercício profissional não pode ser reduzido a “questões subjetivas vividas pelo usuário e nem pela defesa de uma suposta particularidade do trabalho desenvolvido pelos assistentes sociais nas diferentes especialidades da medicina”(p.43) pelo contrário, este trabalho precisa estar articulado com de projeto de Reforma Sanitária e com o do da profissão e com isto se obterá uma noção das respostas deste profissional frente aos usuários, além de estar unindo forças com outros segmentos que são a favor do SUS. Em suma, “os assistentes sociais estão desafiados a encarar a defesa da democracia, das políticas públicas e a consubstanciar um trabalho – no cotidiano e na articulação com outros sujeitos que partilhem destes princípios- que faça frente ao projeto neoliberal, já que este macula direitos e conquistas defendidos pelos seus fóruns e pela legislações normativas da profissão.” (p.44-45).
 
 

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Livro sobre atribuições profissionais ganha edição ampliada

 

Publicação retoma texto de Marilda Iamamoto e recupera debates e conteúdos significativos referentes ao trabalho do/a assistente social



Já está disponível no acervo virtual do CFESS a Edição Ampliada do livro Atribuições Privativas do/a Assistente Social Em Questão. A publicação cumpre a deliberação 10 do eixo Fiscalização Profissional do Relatório Final do 40º Encontro Nacional CFESS-CRESS. O livro também será impresso e enviado para os CRESS fazerem a distribuição para a categoria.

Foram mantidos na íntegra o texto produzido em 2002 pela Comissão de Orientação e Fiscalização (COFI) do CFESS e o artigo da professora Marilda Iamamoto, intitulado Projeto profissional, espaços ocupacionais e trabalho do/a assistente social na atualidade. A primeira versão da brochura, elaborada dez anos atrás, resultou de um processo de discussão, iniciado em 1998 e intensificado nos Encontros Nacionais CFESS-CRESS de 2000 e 2001, e sua divulgação teve o propósito de provocar novos debates, num claro posicionamento de avançar na sistematização do que havia sido discutido, propondo-se aprofundamentos.

No intervalo entre a publicação de 2002 e a atual, em vários eventos e/ou publicações do Conjunto CFESS-CRESS, fomentou-se o debate sobre as atribuições profissionais, de forma direta ou indireta, sendo este tema também objeto de resoluções publicadas pelo CFESS. A proposta da Edição Ampliada de 2012 é, portanto, retomar o texto da Iamamoto, levando-se em conta a profundidade teórica aliada a uma contextualização histórica da profissão, que permanece válida para analisar as atribuições profissionais no contexto contemporâneo, e recuperar alguns dos conteúdos mais significativos dos últimos debates, demonstrando-se a permanência dos temas relativos às competências e às atribuições profissionais nos debates do Conjunto CFESS-CRESS.

Faça o download da Edição Ampliada Atribuições Privativas do/a Assistente Social Em Questão
 
 
 

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Violência doméstica

O que é ?

  • Tem medo do temperamento do seu namorado ou da sua namorada?
  • Tem medo da reação dele(a) quando não têm a mesma opinião?
  • Ele(a) constantemente ignora os seus sentimentos?
  • Goza com as coisas que lhe diz?
  • Procura ridicularizá-lo(a) ou fazê-lo(a) sentir-se mal em frente dos seus amigos ou de outras pessoas?
  • Alguma vez ele(a) ameaçou agredi-lo(a)?
  • Alguma vez ele(a) lhe bateu, deu um pontapé, empurrou ou lhe atirou com algum objeto?
  • Não pode estar com os seus amigos e com a sua família porque ele(a) tem ciúmes?
  • Alguma vez foi forçado(a) a ter relações sexuais?
  • Tem medo de dizer "não" quando não quer ter relações sexuais?
  • É forçada(o) a justificar tudo o que faz?
  • Ele(a) está constantemente a ameaçar revelar o vosso relacionamento?
  • Já foi acusada(o) injustamente de estar envolvida ou ter relações sexuais com outras pessoas?
  • Sempre que quer sair tem que lhe pedir autorização?
A presença de um ou mais destes comportamentos, sobretudo utilizados para controlar as outras pessoas, pode significar que é vítima de violência física, psicológica ou sexual no seu relacionamento. A violência doméstica é crime. E a violência exercida entre pessoas do mesmo sexo no seu relacionamento também é violência doméstica.

A violência exercida entre pessoas do mesmo sexo no seu relacionamento também está englobada neste conceito.
Esta definição implica a referência a vários crimes, nomeadamente: o de violência doméstica; o de ameaça; o de coacção; o de difamação; o de injúria; o de subtracção de menor; o de violação de obrigação de alimentos; o de violação; o de abuso sexual; o de homicídio; e outros.

O ciclo de violência

A violência doméstica funciona como um sistema circular – o chamado ciclo da violência doméstica – que apresenta, regra geral, três fases:

1. Fase de aumento da tensão: as tensões quotidianas acumuladas pelo/a agressor/a que este/a não sabe/consegue resolver, criam um ambiente de perigo iminente para a vítima que é, muitas vezes, culpabilizada por tais tensões.
Sob qualquer pretexto o/a agressor/a direcciona todas as suas tensões sobre a vítima. E os pretextos, que podem ser muito simples, são usualmente situações do quotidiano, como exemplo, acusar a vítima de não ter cozinhado ou cozinhado com sal a mais, de ter chegado tarde a casa ou a um encontro, de ter amantes, etc.

2. Fase do ataque violento: o/a agressor/a maltrata, física e psicologicamente a vítima (homem ou mulher), que procura defender-se, esperando que o/a agressor/a pare e não avance com mais violência.
Este ataque pode ser de grande intensidade, podendo a vítima por vezes ficar em estando bastante grave, necessitando de tratamento médico, ao qual o/a agressor/a nem sempre lhe dá acesso imediato.

3. Fase do apaziguamento ou da lua-de-mel: o/a agressor/a, depois da tensão ter sido direccionada sobre a vítima, sob a forma de violência, manifesta-lhe arrependimento e promete que não vai voltar a ser violento/a.
Pode invocar motivos para que a vítima desculpabilize o comportamento violento, como por exemplo, ter corrido mal o dia, ter-se embriagado ou consumido drogas; pode ainda invocar o comportamento da vítima como motivo para o seu descontrolo. Para reforçar o seu pedido de desculpas pode tratá-la(o) com delicadeza e tentar seduzi-la(o), fazendo-a(o) acreditar que, de facto, foi essa a última vez que ele/a se descontrolou.

Este ciclo é vivido pela vítima numa constante de medo, esperança e amor. Medo, em virtude da violência de que é alvo; esperança, porque acredita no arrependimento e nos pedidos de desculpa que têm lugar depois da violência; amor, porque apesar da violência, podem existir momentos positivos no relacionamento.
O ciclo da violência doméstica caracteriza-se pela sua continuidade no tempo, isto é, pela sua repetição sucessiva ao longo de meses ou anos, podendo ser cada vez menores as fases da tensão e de apaziguamento e cada vez maior e mais intensa a fase do ataque violento. Em situações limite, o culminar destes episódios poderá ser o homicídio.


 

Violência contra a Mulher: Não silencie, Denuncie. SOS MULHER- 0800-2812336

 Fonte: CMPM. 

terça-feira, 3 de julho de 2012

Diretos Humanos e Saúde


Curso

Titulo: Curso de Atualização Falando um pouco de SUS: a expressão de um desejo - 2º semestre.
Período: 02/08, 09/08, 16/08, 23/08 e 30/08
Local: Sala 901, Expansão da Fiocruz
Data: 02/08/2012
Informações Curso de Atualização Falando um pouco de SUS: a expressão de um desejo.


Profº Luis Carlos Fadel de Vasconcellos e Professores convidados.

Data: 02/08, 09/08, 16/08, 23/08 e 30/08- (Quinta- feira)

Horário: 9h ás 13h.

Inscrições Abertas: 02/07/2012 à 30/07/2012


Ementa: -Curso de Atualização Falando um pouco de SUS: a expressão de um desejo. Profº Luis Carlos Fadel de Vasconcellos e Professores convidados. Data: 12/04; 19/04; 26/04; 03/05; e 10/05 - (Quinta- feira) Horário: 9h ás 13h. Inscrições Abertas: 12/03/2012. Ementa: - História da Reforma Sanitária - Doutrina e Concepção - Estrutura - Princípios e Diretrizes - Bases Organizacionais - Base Legal e Normatizadora - Pacto pela Saúde - Políticas Nacionais (Atenção Básica) - Promoção da Saúde - Educação Permanente em Saúde - Saúde Mental e Saúde do Trabalhador



Curso livre e gratuito para estudantes e profissionais das áreas de Direito e Saúde, Líderes comunitários, sindicalistas e etc.

Número de vagas: 50

Endereço: Av. Brasil; Nº 4036; Sala 901; Prédio da expansão. Manguinhos - Rio de Janeiro/RJ

Os interessados deverão solicitar ficha de inscrição através do endereço eletrônico: dihs@ensp.fiocruz.br, para concorrer uma das vagas. Telefone: (21) 3882-9222 ou 3882-9223
Grupo de Direitos Humanos e Saúde Helena Besserman
Endereço: Av. Brasil, 4036 sala 905 – Manguinhos – CEP:21040-361 – Rio de Janeiro – RJ
Telefone: (21)3882-9222/9223 – E-mail: dihs@ensp.fiocruz.br


Esta é uma dica da minha amiga Flávia Karina.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Livro: Serviço Social e Saúde em Versão digital

          
Para aqueles que preferem a versão impressa, a editora Cortez comercializa o livro por R$ 51,00 (Você tbm pode adquiri-lo na Pótere, com desconto!)
Sinopse do Livro (basta clicar no artigo):
Esta Coletânea enfoca a política de saúde e também questões relacionadas a vários temas de importância capital nos dias de hoje, como: seguridade social, políticas sociais e democratização do Estado. Revela-se como uma contribuição fundamental para todos aqueles que querem enfrentar, de forma crítica, os dilemas da formação e do exercício profissional.
1ª Parte: Política Social e Política de Saúde
1_Fundamentos da Política Social
Elaine Rossetti Behring
2. Seguridade Social Brasileira: Desenvolvimento Histórico e Tendências Recentes
Ana Elisabete Mota
3. O Financiamento da Seguridade Social no Brasil no Período 1999 a 2004: Quem Paga a Conta?
Ivanete Boschetti e Evilásio Salvador
4. Democratizar a Gestão das Políticas Sociais – Um Desafio a Ser Enfrentado pela Sociedade Civil
Raquel Raichelis
5. Política de Saúde no Brasil
Maria Inês Souza Bravo
6. Controle Social na Saúde
Maria Valéria Correa
2ª Parte: Serviço Social e Saúde
1. A Construção do Projeto Ético-político do Serviço Social
José Paulo Netto
2. As Dimensões Ético-políticas e Teórico-metodológicas no Serviço Social Contemporâneo
Marilda Villela Iamamoto
3. Projeto Ético-Político do Serviço Social e sua Relação com a Reforma Sanitária: Elementos para o Debate
Maria Inês Souza Bravo e Maurílio Castro de Matos
4. Desafios Atuais do Sistema Único de Saúde – SUS e as Exigências para os Assistentes Sociais
Vera Maria Ribeiro Nogueira e Regina Célia Tamaso Mioto
5. Serviço Social e Práticas Democráticas na Saúde
Ana Maria de Vasconcelos
6. Sistematização, Planejamento e Avaliação das Ações dos Assistentes Sociais no Campo da Saúde
Regina Célia Tamaso Mioto e Vera Maria Ribeiro Nogueira
7. O Trabalho nos Serviços de Saúde e a Inserção dos(as) Assistentes Sociais
Maria Dalva Horácio da Costa
8. A Formação dos Trabalhadores Sociais no Contexto Neoliberal. O Projeto das Residências em Saúde da Faculdade de Serviço Social da Universidade Federal de Juiz de Fora
Ana M. Arreguy Mourão, Ana M. C. Amoroso Lima, Auta I. Stephan-Souza, Leda, M. Leal de Oliveira
3ª Parte: Pesquisa e Sistematização do Trabalho Profissional
1. Orientações Básicas para a Pesquisa
Regina Maria Giffoni Marsiglia
2. Retomando a Temática da “Sistematização da Prática” em Serviço Social

domingo, 22 de abril de 2012

CFESS lança material alusivo ao Dia do/a Assistente Social

A luta pela Educação pública e de qualidade para todos/as é o tema deste ano.
 Baixe as peças e divulgue

Cartaz comemorativo do Dia do/a Assistente Social (arte: Márcia Carnaval)

“Serviço social de olhos abertos para a Educação: ensino público e de qualidade é direito de todos/as”. Este é o tema das comemorações do Dia do/a Assistente Social de 2012, celebrado em 15 de maio. A ideia é fortalecer as lutas do Conjunto CFESS-CRESS em defesa de uma Política de Educação que ofereça ensino público, presencial, laico e de qualidade, em todos os níveis, para todos/as os/as brasileiros/as.

Em maio, os CRESS e Seccionais organizam eventos comemorativos em todas as regiões do país, e os materiais gráficos e audiovisuais são fundamentais para divulgação da data e visibilidade da profissão.

Além das peças normalmente produzidas, como cartaz, marcador de página, adesivo, outdoor e busdoor (mídia em ônibus), enviados para os CRESS e Seccionais fazerem a distribuição e divulgação, a novidade este ano é a criação de um spot para ser veiculado em rádios de todo o Brasil. Além disso, está sendo preparado um VT de 15 segundos, para ser veiculado em televisão aberta.